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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto:  https://www.youtube.com/watch?v=i9MnLpEAl7E 

 

ADELAIDE VILELA
( Portugal )
 

Adelaide Antónia Ramos Vilela. Natural de S. Jorge da Beira, Concelho da Covilhã, Portugal. Imigrante na cidade Montreal,
Canadá. Tem participado em diversos programas de televisão
e rádio, no Canadá e em Portugal e também representa o
Movimento Cultural aBrace nos dois países.
 

 

LETRAS DEL DESAMOR. Selección de Poesia de Autores Contemporáneos.           Montevideo: Bianchi editores; Brasilia: Edições Pilar, s. d.   272 p.   ISBN 99574-663-82-2            
Ex. bibl. Antonio Miranda

 

Escrevendo canto,
versejando choro.

No meu simples versejar
há tristeza e mil mágoas,
mesmo a rir e a cantar
não se afugentam as mágoas.

Sinto-me pequena e agitada
perdida na imensidade
em fortes braços levada...
Oh, que bela comodidade!

E num viajar constante,
sou cavaleiro andante
sofrendo a dor da partida!


      Amada?

Se o meu caminho é amor
quero cobri-lo de rosas
e pintar asas de condor
com penas leves, mimosas.

Se eu sou jardim de flores
deixa-me ser doce perfume
princesa de teus amores
louca de amor sem ciúmes.

Se por fim vires um senhor
diz-lhe que o meu amor
anda por ele ainda à procura
que vá entrando em passeio
colhendo flores sem receio
antes do jardim ser sepultura.



Acredita

Se tu quisesses
tinhas as riquezas
do meu coração:
o tempo
as palavras
os montes
e os vales:
os rios de ouro
e as marés de prata,
o céu estrelado
o Sol
e a Lua.
Tudo será teu,
é só acreditares!
Ai se tu pudesse ver
como é lindo
este meu amor!
O Carinho
a Ternura
a Candura
o perfume
das rosas
como em jardim sagrado.
Coração de mel,
e meus olhos
mirando tristeza em ti.
Coração com portas
deixando-te entrar.
Por que ficas de fora?
Sonha e conquista.
Tudo será teu e meu!

 


Labaredas

Quem ama não magoa
como gigante louco
perdido no mar alto.
Navegando, por entre
cólera de vulcões,
cravas espinhos de lava
no meu peito insólito...
e eu amo sem medida.
Se em ti há amor verdadeiro,
apaga então as labaredas
que da tua boca saem
e me queimam o coração.
Porque deixas a raiva
ocupar um lugar ao sol
e por em brasa
o teu peito de homem
por mim amado?


*

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Página publicada em outubro de 2022

 


 

 

 
 
 
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